Hélio Mendes (Hélio Mendes de Lima) disputou 3 eleições entre 2002 e 2016, para prefeito e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por GO: 2.452 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Abadia de Goiás/GO, declarou R$ 39 mil em receitas: R$ 16 mil de doações privadas (14 doadores) e R$ 24 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 46 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 18 mil), militância e mobilização de rua (R$ 10 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 6 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 27 mil, 48% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.
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Evolução da votação nas eleições
639 votos em 2016 · 3 eleições
A votação de Hélio Mendes de Lima em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 39 mil em receitas · R$ 46 mil em gastos contratados
Hélio Mendes declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Goiás em 2006, e prefeito em Abadia de Goiás (GO) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 39 mil em receitas: R$ 16 mil de doações privadas (14 doadores) e R$ 24 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 46 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 18 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 10 mil). Em 2006, 48% dos R$ 27 mil em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.
Receitas em 2016R$ 39 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 46 milcontratados
Gastos em 2006R$ 27 milcontratados, campanha encerrada
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 13 mil48,2%
Combustíveis e lubrificantesR$ 10 mil35,6%
Materiais impressosR$ 4 mil15,7%
AlimentaçãoR$ 1360,5%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2006SUPLENTE2.452GGO · 35 anos · Ensino médio completo · Piloto de Aviação Comercial, Navegador, Mecânico de Vôo e Assemelhados · PMDB · nº 15121 · ver resultado completoprestação de contas
Deputado Estadual · 2002SUPLENTE905GGO · 31 anos · Ensino médio incompleto · Piloto de Aviacao Comercial, Navegador, Mecanico de Voo e Assemelhados · PST · nº 18121 · ver resultado completo
Coligação: PSL / PST / PAN / PSDC / PRTB / PRP
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.