- Outras 2 categoriasR$ 15 mil100,0%
Odilson Nunes (Odilson Serra Nunes) disputou 5 eleições entre 2016 e 2024, para vereador, deputado estadual e deputado federal. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Macapá em 2020 e 2016. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por AP: 3.987 votos. Em 2026, concorre a deputado estadual por AP pelo REPUBLICANOS. Na campanha de 2024 para vereador em Macapá/AP, declarou R$ 34 mil em receitas: R$ 20 mil de outros recursos do partido e R$ 14 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 29 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 20 mil), serviços advocatícios (R$ 6 mil) e serviços contábeis (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 50 mil em 2022 (99% com publicidade por materiais impressos) e R$ 50 mil em 2020.
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A votação de Odilson Serra Nunes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Odilson Nunes declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereador em Macapá (AP) em 2016, 2020 e 2024, deputado federal por Amapá em 2018, e deputado estadual por Amapá em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 34 mil em receitas: R$ 20 mil de outros recursos do partido e R$ 14 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 29 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 20 mil) e serviços advocatícios (R$ 6 mil). Em 2022, 99% dos R$ 50 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2020, 80% dos R$ 50 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.