Jorge Marcos

Foto de Jorge Marcos
Jorge Marcos
6 eleições entre 2000 e 2020 · último partido PSB
59 anos em 2020 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Servidor Público Municipal
Comparar

Jorge Viola (Jorge Marcos) disputou 6 eleições entre 2000 e 2020, para vereador. Ele foi eleito 5 vezes: vereador de Riozinho em 2020, 2016, 2012, 2008 e 2000. A maior votação foi em 2012, para vereador em Riozinho/RS: 230 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Riozinho/RS, declarou R$ 162 em receitas: R$ 70 do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 52 do Fundo Partidário e R$ 40 de doações privadas. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1 mil em 2016 e R$ 1 mil em 2012.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

173 votos em 2020 (eleito) · 6 eleições

A votação de Jorge Marcos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 162 em receitas

Jorge Viola declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Riozinho (RS) em 2008, 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 162 em receitas: R$ 70 do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 52 do Fundo Partidário e R$ 40 de doações privadas. Em 2016, R$ 1 mil em gastos contratados; em 2012, R$ 1 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 162campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 1 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42008, 2012, 2016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Riozinho (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 162
doações de pessoas
FEFC 43% · Fundo Partidário 32% · pessoas 25%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2016Vereador, Riozinho (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
pessoas 8% · próprios 92%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 28522,7%
  • Serviços de terceirosR$ 16813,4%
  • Serviços de terceirosR$ 1008,0%
  • Outras 3 categoriasR$ 70456,0%
2012Vereador, Riozinho (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
pessoas 8% · próprios 92%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 39433,4%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 30 lançados como "diversas a especificar"R$ 78766,6%
Ver a campanha anterior
2008Vereador, Riozinho (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 741
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 741
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 741100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2012, 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Jorge Marcos (Jorge Viola): candidaturas e votos · Radar do Voto