Allison Lopes (Allison Lopes da Silva) disputou 1 eleição, em 2016, para vereador em Campo Grande/MS, com 1.284 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2016 para vereador em Campo Grande/MS, declarou R$ 66 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Partidário, R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 46 mil de doações privadas (18 doadores) e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 66 mil, principalmente com baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 22 mil), pessoal (R$ 18 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil).
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 66 mil em receitas · R$ 66 mil em gastos contratados
Allison Lopes declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Campo Grande (MS) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 66 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Partidário, R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 46 mil de doações privadas (18 doadores) e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 66 mil, principalmente com baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 22 mil) e pessoal (R$ 18 mil).
Fundo Partidário 3% · partido e outras campanhas 4% · pessoas 70% · próprios 23%
Gasto contratado
R$ 66 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 18 mil27,1%
Materiais impressosR$ 9 mil14,0%
Locação de imóveisR$ 3 mil4,7%
Materiais impressosR$ 2 mil3,3%
Baixa de estimaveis - serviços próprios prestados por terceirosR$ 1 mil2,1%
Outras 10 categoriasinclui R$ 836 lançados como "diversas a especificar"R$ 32 mil48,8%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.