- Militância e mobilização de ruaR$ 1 mil21,6%
- Serviços de terceirosR$ 60013,0%
- PessoalR$ 50010,8%
- Materiais impressosR$ 2435,2%
- Baixa de estimaveis - serviços próprios prestados por terceirosR$ 1503,2%
- Outras 4 categoriasR$ 2 mil46,1%
Cleusa da Excursão (Cleusa das Neves Silis) disputou 1 eleição, em 2016, para vereadora em Pedro de Toledo/SP, com 72 votos. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2016 para vereadora em Pedro de Toledo/SP, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas e R$ 4 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com baixa de estimaveis - publicidade por carros de som (R$ 2 mil), militância e mobilização de rua (R$ 1 mil) e serviços de terceiros (R$ 600).
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Cleusa da Excursão declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereadora em Pedro de Toledo (SP) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas e R$ 4 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com baixa de estimaveis - publicidade por carros de som (R$ 2 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 1 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.