Marcos Antônio Alves Penido

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Marcos Antônio Alves Penido
8 eleições entre 1996 e 2020 · último partido PTC
57 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Advogado
redes informadas ao TSE
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Marcos Penido (Marcos Antônio Alves Penido) disputou 8 eleições entre 1996 e 2020, para vice-prefeito, deputado estadual, prefeito, deputado federal e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Itaúna em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por MG: 21.857 votos. Na campanha de 2010 para deputado estadual por MG, declarou R$ 32 mil em receitas: R$ 31 mil de doações privadas (27 doadores) e R$ 1 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 32 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 3 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 22 mil em 2008 e R$ 13 mil em 2006.

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Evolução da votação nas eleições

10.757 votos em 2010 · 8 eleições

A votação de Marcos Antônio Alves Penido em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. FederalPrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 32 mil em receitas · R$ 32 mil em gastos contratados

Marcos Penido declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Minas Gerais em 2006, prefeito em Itaúna (MG) em 2008, e deputado estadual por Minas Gerais em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 32 mil em receitas: R$ 31 mil de doações privadas (27 doadores) e R$ 1 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 32 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 3 mil). Em 2008, R$ 22 mil em gastos contratados; em 2006, R$ 13 mil em gastos contratados.

Receitas em 2010R$ 32 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 32 milcontratados
Gastos em 2008R$ 22 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2008 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2010Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 32 mil
27 doadores pessoas físicas
pessoas 96% · empresas 4%
Gasto contratado
R$ 32 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 12 mil37,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil8,7%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil5,8%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 1 mil3,3%
  • Outras 3 categoriasR$ 14 mil44,4%
2008Prefeito, Itaúna (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 22 mil
21 doadores pessoas físicas
pessoas 92% · empresas 4% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 22 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 6 mil26,9%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 4 mil18,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil15,8%
  • TelefoneR$ 9624,3%
  • Outras 5 categoriasR$ 8 mil35,0%
2006Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 13 mil
16 doadores pessoas físicas
pessoas 45% · empresas 55% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 13 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 5 mil35,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil25,1%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 7105,5%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 480,4%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 260 lançados como "diversas a especificar"R$ 4 mil33,6%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 1996 e 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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