Edimar Matheus de Oliveira

Foto de Edimar Matheus de Oliveira
Edimar Matheus de Oliveira
3 eleições entre 1996 e 2016 · último partido PTC
53 anos em 2016 · Masculino · Superior incompleto
Servidor Público Estadual
Comparar

Edimar Matheus (Edimar Matheus de Oliveira) disputou 3 eleições entre 1996 e 2016, para prefeito e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Bom Jesus da Lapa/BA: 628 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Bom Jesus da Lapa/BA, declarou R$ 30 mil em receitas: R$ 22 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 30 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil), pessoal (R$ 7 mil) e baixa de estimaveis - produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 6 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 19 mil, 55% com publicidade por materiais impressos.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

628 votos em 2016 · 3 eleições

A votação de Edimar Matheus de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 30 mil em receitas · R$ 30 mil em gastos contratados

Edimar Matheus declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Bom Jesus da Lapa (BA) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 30 mil em receitas: R$ 22 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 30 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil) e pessoal (R$ 7 mil). Em 2012, 55% dos R$ 19 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 30 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 30 milcontratados
Gastos em 2012R$ 19 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Bom Jesus da Lapa (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 30 mil
12 doadores pessoas físicas
pessoas 72% · próprios 28%
Gasto contratado
R$ 30 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 8 mil26,7%
  • PessoalR$ 7 mil23,8%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil5,0%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 120 lançados como "diversas a especificar" e R$ 72 doados a outros candidatos e partidosR$ 13 mil44,5%
2012Prefeito, Bom Jesus da Lapa (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 23 mil
11 doadores pessoas físicas
pessoas 51% · próprios 49%
Gasto contratado
R$ 19 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 10 mil54,7%
  • Locação de imóveisR$ 1 mil5,2%
  • Serviços de terceirosR$ 1800,9%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 7 mil39,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Edimar Matheus de Oliveira (Edimar Matheus): candidaturas e votos · Radar do Voto