Ordália Alves de Almeida

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Ordália Alves de Almeida
3 eleições entre 2016 e 2020 · PV
58 anos em 2020 · Feminino · Superior completo
Aposentado (exceto Servidor Público)
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Professora Ordália (Ordália Alves de Almeida) disputou 3 eleições entre 2016 e 2020, para vereadora e deputada federal. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputada federal por MS: 5.690 votos. Na campanha de 2020 para vereadora em Campo Grande/MS, declarou R$ 41 mil em receitas: R$ 26 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 4 mil de outros recursos do partido e R$ 11 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 35 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 18 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 5 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 20 mil em 2018 (40% com pessoal) e R$ 16 mil em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

793 votos em 2020 · 3 eleições

A votação de Ordália Alves de Almeida em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 41 mil em receitas · R$ 35 mil em gastos

Professora Ordália declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereadora em Campo Grande (MS) em 2016 e 2020, e deputada federal por Mato Grosso do Sul em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 41 mil em receitas: R$ 26 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 4 mil de outros recursos do partido e R$ 11 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 35 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 18 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 5 mil). Em 2018, 40% dos R$ 20 mil em gastos foram com pessoal; em 2016, 41% dos R$ 16 mil em gastos contratados foram com publicidade por jornais e revistas.

Receitas em 2020R$ 41 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 35 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 20 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas32016, 2018 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereadora, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 41 mil
4 doadores pessoas físicas
FEFC 63% · partido 10% · pessoas 28%
Gasto contratado
R$ 35 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 18 mil53,0%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 1 mil3,9%
  • Materiais impressosR$ 1 mil3,7%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 14 mil39,4%
2018Deputada federal, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 28 mil
sem doações de pessoas
FEFC 87% · partido e outras campanhas 2% · próprios 11%
Gasto contratado
R$ 20 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 8 mil40,2%
  • Materiais impressosR$ 1 mil7,3%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 3001,5%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 650 lançados como "diversas a especificar"R$ 10 mil51,0%
2016Vereadora, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 16 mil
8 doadores pessoas físicas
pessoas 54% · próprios 46%
Gasto contratado
R$ 16 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil19,2%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil12,3%
  • Serviços de terceirosR$ 8505,2%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 10 mil63,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Ordália Alves de Almeida (Professora Ordália): candidaturas e votos · Radar do Voto