Wanderlei Trouxe A Sorte (Wanderlei Fernandes Batista) disputou 9 eleições entre 1996 e 2022, para deputado federal, prefeito e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Itanhomi em 1996. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por MG: 1.341 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por MG, declarou R$ 15 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 13 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 11 mil), serviços advocatícios (R$ 2 mil) e serviços contábeis (R$ 650). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3 mil em 2016 e R$ 6 mil em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
499 votos em 2022 · 9 eleições
A votação de Wanderlei Fernandes Batista em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 15 mil em receitas · R$ 13 mil em gastos
Wanderlei Trouxe A Sorte declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereador em Itanhomi (MG) em 2008 e 2012, deputado federal por Minas Gerais em 2014, 2018 e 2022, e prefeito em Itanhomi (MG) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 15 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 13 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 11 mil) e serviços advocatícios (R$ 2 mil). Em 2016, R$ 3 mil em gastos contratados; em 2014, 62% dos R$ 6 mil em gastos contratados foram com baixa de estimaveis - produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.
Receitas em 2022R$ 15 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 13 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 3 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 42% · pessoas 2% · próprios 56%
Gasto contratado
R$ 444
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 15033,8%
Serviços de terceirosR$ 5011,3%
Outras 2 categoriasR$ 24455,0%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2000SUPLENTE51LItanhomi, Minas Gerais · 33 anos · Ensino fundamental incompleto · Proprietário de Estabelecimento Comercial · PSDB · nº 45622 · ver resultado completo
Vereador · 1996ELEITO172LItanhomi, Minas Gerais · 29 anos · Ensino fundamental completo · PSDB · nº 45622 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.