- Baixa de estimaveis - serviços próprios prestados por terceirosR$ 15 mil15,2%
- Materiais impressosR$ 7 mil7,1%
- Materiais impressosR$ 3 mil3,0%
- Outras 4 categoriasR$ 74 mil74,7%
Junior Amorim (Raimundo Nonato de Amorim Junior) disputou 4 eleições entre 2004 e 2020, para vice-prefeito, prefeito e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Miranda do Norte em 2004. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Miranda do Norte/MA: 5.110 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Miranda do Norte/MA, declarou R$ 98 mil em receitas: R$ 6 mil de outros recursos do partido e R$ 92 mil de doações privadas (41 doadores). Os gastos contratados somam R$ 98 mil, principalmente com baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 39 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 30 mil) e baixa de estimaveis - serviços próprios prestados por terceiros (R$ 15 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 3 mil, 100% com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Raimundo Nonato de Amorim Junior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Junior Amorim declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Miranda do Norte (MA) em 2008, e prefeito em Miranda do Norte (MA) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 98 mil em receitas: R$ 6 mil de outros recursos do partido e R$ 92 mil de doações privadas (41 doadores). Os gastos contratados somam R$ 98 mil, principalmente com baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 39 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 30 mil). Em 2008, 100% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.