- Serviços de terceirosR$ 296 mil31,6%
- PessoalR$ 203 mil21,6%
- Militância e mobilização de ruaR$ 167 mil17,8%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 72 mil7,7%
- Outras 8 categoriasinclui R$ 70 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 200 mil21,3%
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Márlon Reis (REDE) ficou como suplente de deputado federal por São Paulo em 2026, com 1.455 votos, pelo resultado oficial do TSE. Márlon Reis (Márlon Jacinto Reis) disputou 4 eleições entre 2014 e 2026, para deputado federal e governador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para governador por TO: 56.952 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por SP, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 1,2 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 24 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 937 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 296 mil), pessoal (R$ 203 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 167 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 551 mil em 2022 e R$ 1 milhão em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Márlon Jacinto Reis em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Márlon Reis declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: governador por Tocantins em 2018, deputado federal por Tocantins em 2022, e deputado federal por São Paulo em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 1,2 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 24 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 937 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 296 mil) e pessoal (R$ 203 mil); R$ 570 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 551 mil em gastos; em 2018, 63% dos R$ 1 milhão em gastos contratados foram com serviços de terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
O voto