Olivia Tenorio (PP) ficou como suplente de deputada federal por Alagoas em 2026, com 19.635 votos, pelo resultado oficial do TSE. Olivia Tenorio (Olívia Coimbra Tenório Vilaça) disputou 5 eleições entre 2016 e 2026, para deputada federal e vereadora. Ela foi eleita 2 vezes: vereadora de Maceió em 2024 e 2020. A maior votação foi em 2018, para deputada federal por AL: 20.280 votos. Na campanha de 2026 para deputada federal por AL, declarou R$ 3,1 milhões em receitas: R$ 3,1 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 12 mil do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 1,1 milhão, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 603 mil), publicidade por carros de som (R$ 90 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 88 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 326 mil em 2024 e R$ 139 mil em 2020.
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Evolução da votação nas eleições
19.635 votos em 2026 · 5 eleições
A votação de Olívia Coimbra Tenório Vilaça em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2026 (parcial): R$ 3,1 milhões em receitas · R$ 1,1 milhão em gastos contratados
Olivia Tenorio declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereadora em Maceió (AL) em 2016, 2020 e 2024, e deputada federal por Alagoas em 2018 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 3,1 milhões em receitas: R$ 3,1 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 12 mil do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 1,1 milhão, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 603 mil) e publicidade por carros de som (R$ 90 mil); R$ 0 já foram pagos. Em 2024, R$ 326 mil em gastos; em 2020, R$ 139 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Receitas em 2026R$ 3,1 milhõesparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 1,1 milhãocontratados, parcial; R$ 0 pagos
Gastos em 2024R$ 326 milcampanha encerrada; tudo pago
Fundo Partidário 6% · partido e outras campanhas 7% · pessoas 86%
Gasto contratado
R$ 72 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Serviços de terceirosR$ 32 mil45,1%
Combustíveis e lubrificantesR$ 11 mil15,0%
Materiais impressosR$ 10 mil13,7%
Cessão ou locação de veículosR$ 7 mil9,7%
Outras 7 categoriasinclui R$ 540 lançados como "diversas a especificar"R$ 12 mil16,5%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.