- Serviços de terceirosR$ 170 mil42,8%
- Serviços contábeisR$ 65 mil16,3%
- Materiais impressosR$ 57 mil14,4%
- Publicidade por adesivosR$ 35 mil8,8%
- Outras 4 categoriasinclui R$ 29 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 70 mil17,7%
Galba Novaes (MDB) ficou como suplente de deputado federal por Alagoas em 2026, com 9.645 votos, pelo resultado oficial do TSE. Galba Novaes (Galba Novais de Castro Júnior) disputou 12 eleições entre 1996 e 2026, para deputado federal, deputado estadual, vice-prefeito, prefeito, vice-governador, vereador e senador. Ele foi eleito 6 vezes: deputado estadual em 2018 e 2014; vereador de Maceió em 2008, 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2006, para senador por AL: 66.895 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por AL, declarou R$ 1,5 milhão em receitas: R$ 1,5 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 16 mil de doações privadas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 398 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 170 mil), serviços contábeis (R$ 65 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 57 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 246 mil em 2022 (44% com publicidade por materiais impressos) e R$ 239 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Galba Novais de Castro Júnior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Galba Novaes declarou receitas e gastos ao TSE em 8 campanhas: senador por Alagoas em 2006, vereador em Maceió (AL) em 2008, vice-governador por Alagoas em 2010, prefeito em Maceió (AL) em 2012, deputado estadual por Alagoas em 2014, 2018 e 2022, e deputado federal por Alagoas em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,5 milhão em receitas: R$ 1,5 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 16 mil de doações privadas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 398 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 170 mil) e serviços contábeis (R$ 65 mil); R$ 4 mil já foram pagos. Em 2022, 44% dos R$ 246 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2018, R$ 239 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.