- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 21 mil96,0%
- Materiais impressosR$ 8704,0%
Hudson Tourinho (AVANTE) teve 519 votos para deputado federal pelo Rio Grande do Norte em 2026 e não foi eleito, pelo resultado oficial do TSE. Hudson Tourinho (Hudson Carlos de Carvalho Alves) disputou 5 eleições entre 2012 e 2026, para deputado federal, deputado estadual, prefeito e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2022, para deputado federal por RN: 1.534 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por RN, declarou R$ 40 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 22 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 21 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 870). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 30 mil em 2022 (50% com serviços contábeis) e R$ 4 mil em 2018.
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A votação de Hudson Carlos de Carvalho Alves em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Hudson Tourinho declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Nova Cruz (RN) em 2012, prefeito em Nova Cruz (RN) em 2016, deputado estadual por Rio Grande do Norte em 2018, e deputado federal por Rio Grande do Norte em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 40 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 22 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 21 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 870); R$ 22 mil já foram pagos. Em 2022, 50% dos R$ 30 mil em gastos foram com serviços contábeis; em 2018, 97% dos R$ 4 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.