- Serviços de terceirosR$ 16 mil35,6%
- Militância e mobilização de ruaR$ 11 mil23,6%
- Publicidade por jornais e revistasR$ 8 mil16,7%
- Materiais impressosR$ 6 mil12,5%
- Outras 2 categoriasR$ 5 mil11,6%
Segundo o Radar do Voto, na eleição de 2026 para governador do Rio Grande do Norte, Professor Roberio Paulino (PSOL) teve 2.151 votos nas urnas, anulados segundo os dados do TSE (situação do registro: renúncia). Esses votos não entram nos votos válidos. Professor Roberio Paulino (Robério Paulino Rodrigues) disputou 7 eleições entre 2012 e 2026, para governador, vereador, deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Natal em 2020. A maior votação foi em 2014, para governador por RN: 129.616 votos. Na campanha de 2026 para governador por RN, declarou R$ 101 mil em receitas: R$ 90 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 200 de doações privadas e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 45 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 16 mil), militância e mobilização de rua (R$ 11 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 8 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 121 mil em 2024 e R$ 23 mil em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Robério Paulino Rodrigues em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Professor Roberio Paulino declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: prefeito em Natal (RN) em 2012 e 2016, governador por Rio Grande do Norte em 2014 e 2026, deputado estadual por Rio Grande do Norte em 2018, e vereador em Natal (RN) em 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 101 mil em receitas: R$ 90 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 200 de doações privadas e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 45 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 16 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 11 mil); R$ 24 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 121 mil em gastos; em 2020, 75% dos R$ 23 mil em gastos foram com impulsionamento de conteúdos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.