- Serviços de terceirosR$ 3,7 milhões64,1%
- Materiais impressosR$ 520 mil9,0%
- Serviços advocatíciosR$ 500 mil8,7%
- Publicidade por adesivosR$ 483 mil8,4%
- Outras 12 categoriasR$ 567 mil9,8%
Governador do Rio Grande do Norte · 1º turno
99,99% das urnas do Rio Grande do Norte apuradas às 22h07 (TSE)
530.484 votos (26,71% dos válidos)
3º lugar até agora, entre 8 candidatos
Ver a disputa completa ›Fonte: TSE. Os números chegam aqui com alguns minutos de atraso em relação ao site do TSE. Eles mudam até o fim da totalização, e só o TSE proclama os eleitos.
Álvaro Dias (Álvaro Costa Dias) disputou 9 eleições entre 1990 e 2020, para prefeito, vice-prefeito, deputado estadual, vice-governador e deputado federal. Ele foi eleito 8 vezes: prefeito de Natal em 2020; vice-prefeito de Natal em 2016; deputado estadual em 2014, 2006, 1998, 1994 e 1990; deputado federal em 2002. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Natal/RN: 194.764 votos. Em 2026, concorre a governador por RN pelo PL. Na campanha de 2026 para governador por RN, declarou R$ 5 milhões em receitas: R$ 5 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de doações privadas e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5,8 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 3,7 milhões), publicidade por materiais impressos (R$ 520 mil) e serviços advocatícios (R$ 500 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3 milhões em 2020 (61% com serviços de terceiros) e R$ 700 mil em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Álvaro Costa Dias em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Álvaro Dias declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Norte em 2006 e 2014, prefeito em Natal (RN) em 2020, e governador por Rio Grande do Norte em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 5 milhões em receitas: R$ 5 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de doações privadas e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5,8 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 3,7 milhões) e publicidade por materiais impressos (R$ 520 mil); R$ 2 milhões já foram pagos. Em 2020, 61% dos R$ 3 milhões em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2014, 42% dos R$ 700 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado oficial ainda não saiu, e por isso essa linha aparece sem votação. A contagem parcial do TSE está no quadro Apuração ao vivo, no alto desta página.