- Materiais impressosR$ 88 mil40,4%
- Militância e mobilização de ruaR$ 64 mil29,4%
- Cessão ou locação de veículosR$ 18 mil8,4%
- Publicidade por adesivosR$ 15 mil6,9%
- Outras 5 categoriasR$ 32 mil14,8%
Deputado Estadual pelo Rio Grande do Norte · 1º turno
99,94% das urnas do Rio Grande do Norte apuradas às 22h03 (TSE)
9.403 votos (0,49% dos válidos)
39º lugar até agora, entre 148 candidatos
Ver a disputa completa ›Fonte: TSE. Os números chegam aqui com alguns minutos de atraso em relação ao site do TSE. Eles mudam até o fim da totalização, e só o TSE proclama os eleitos.
Dr Antônio Jácome (Antônio Jácome de Lima Júnior) disputou 9 eleições entre 1990 e 2022, para deputado estadual, senador, deputado federal e vice-governador. Ele foi eleito 6 vezes: deputado federal em 2014; deputado estadual em 2010, 2006, 1998 e 1990; vice-governador em 2002. A maior votação foi em 2018, para senador por RN: 307.399 votos. Em 2026, concorre a deputado estadual por RN pelo MDB. Na campanha de 2026 para deputado estadual por RN, declarou R$ 216 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 16 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 217 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 88 mil), militância e mobilização de rua (R$ 64 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 18 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 55 mil em 2022 (46% com cessão ou locação de veículos) e R$ 1,5 milhão em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Antonio Jacome de Lima Junior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Dr Antônio Jácome declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Norte em 2006, 2010, 2022 e 2026, deputado federal por Rio Grande do Norte em 2014, e senador por Rio Grande do Norte em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 216 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 16 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 217 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 88 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 64 mil); R$ 200 mil já foram pagos. Em 2022, 46% dos R$ 55 mil em gastos foram com cessão ou locação de veículos; em 2018, 43% dos R$ 1,5 milhão em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado oficial ainda não saiu, e por isso essa linha aparece sem votação. A contagem parcial do TSE está no quadro Apuração ao vivo, no alto desta página.