- Publicidade por adesivosR$ 167 mil29,6%
- Serviços de terceirosR$ 165 mil29,2%
- Serviços advocatíciosR$ 100 mil17,7%
- Serviços próprios prestados por terceirosR$ 74 mil13,1%
- Outras 4 categoriasR$ 58 mil10,3%
Coronel Brilhante (PL) ficou como suplente de deputado federal pelo Rio Grande do Norte em 2026, com 12.117 votos, pelo resultado oficial do TSE. Coronel Brilhante (Inácio Brilhante de Araújo Filho) disputou 2 eleições entre 2022 e 2026, para deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2022, para deputado federal por RN: 30.157 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por RN, declarou R$ 670 mil em receitas: R$ 600 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 50 mil do Fundo Partidário, R$ 749 de outras campanhas e R$ 19 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 565 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 167 mil), serviços de terceiros (R$ 165 mil) e serviços advocatícios (R$ 100 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2022, já encerrada, gastou R$ 1,4 milhão, 50% com serviços de terceiros.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Inácio Brilhante de Araújo Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Coronel Brilhante declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Rio Grande do Norte em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 670 mil em receitas: R$ 600 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 50 mil do Fundo Partidário, R$ 749 de outras campanhas e R$ 19 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 565 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 167 mil) e serviços de terceiros (R$ 165 mil); R$ 561 mil já foram pagos. Em 2022, 50% dos R$ 1,4 milhão em gastos foram com serviços de terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.