Rose Cavalli

Foto de Roseli Bandeira de Assis Cavalli
Rose Cavalli
Roseli Bandeira de Assis Cavalli (nome civil)
7 eleições entre 1996 e 2016 · último partido PDT
57 anos em 2016 · Feminino · Superior completo
Advogado

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Rose Cavalli (Roseli Bandeira de Assis Cavalli) disputou 7 eleições entre 1996 e 2016, para prefeita, deputada estadual, vice-prefeita e vereadora. Ela foi eleita 3 vezes: vice-prefeita de Colombo em 2008; vereadora de Colombo em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2012, para prefeita em Colombo/PR: 16.154 votos. Na campanha de 2016 para prefeita em Colombo/PR, declarou R$ 66 mil em receitas: R$ 50 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 16 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 66 mil, principalmente com pessoal (R$ 18 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 13 mil) e locação de imóveis (R$ 4 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 59 mil em 2014 e R$ 93 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

8.327 votos em 2016 · 7 eleições

A votação de Roseli Bandeira de Assis Cavalli em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 66 mil em receitas · R$ 66 mil em gastos contratados

Rose Cavalli declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeita em Colombo (PR) em 2012 e 2016, e deputada estadual por Paraná em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 66 mil em receitas: R$ 50 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 16 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 66 mil, principalmente com pessoal (R$ 18 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 13 mil). Em 2014, R$ 59 mil em gastos contratados; em 2012, 51% dos R$ 93 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 66 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 66 milcontratados
Gastos em 2014R$ 59 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32012, 2014 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Prefeita, Colombo (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 66 mil
9 doadores pessoas físicas
pessoas 76% · próprios 24%
Gasto contratado
R$ 66 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 18 mil27,9%
  • Materiais impressosR$ 13 mil19,4%
  • Locação de imóveisR$ 4 mil6,1%
  • Publicidade por adesivosR$ 3 mil5,1%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 17 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 27 mil41,5%
2014Deputada estadual, ParanáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 49 mil
6 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 49% · pessoas 19% · empresas 21% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 59 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 22 mil37,3%
  • Publicidade por carros de somR$ 12 mil20,4%
  • Materiais impressosR$ 8 mil14,1%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 7 mil11,5%
  • Outras 7 categoriasR$ 10 mil16,7%
2012Prefeita, Colombo (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 157 mil
31 doadores pessoas físicas
pessoas 44% · empresas 43% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 93 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 47 mil50,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 13 mil14,0%
  • AlimentaçãoR$ 10 mil10,3%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 8 mil8,0%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 16 mil16,9%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleita em 1996, 2000 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892