Paulinho da Farmácia

Foto de Paulo Cesar Frisso
Paulinho da Farmácia
Paulo Cesar Frisso (nome civil)
3 eleições entre 2004 e 2014 · último partido PSC
46 anos em 2014 · Masculino · Superior completo
Farmacêutico

Paulinho da Farmácia (Paulo Cesar Frisso) disputou 3 eleições entre 2004 e 2014, para deputado estadual e vereador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por PR: 4.168 votos. Na campanha de 2014 para deputado estadual por PR, declarou R$ 109 mil em receitas: R$ 55 mil de outras campanhas, R$ 40 mil de doações privadas e R$ 14 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 109 mil, principalmente com pessoal (R$ 56 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 30 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 10 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 9 mil, 57% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

4.168 votos em 2014 · 3 eleições

A votação de Paulo Cesar Frisso em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 109 mil em receitas · R$ 109 mil em gastos contratados

Paulinho da Farmácia declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Curitiba (PR) em 2012, e deputado estadual por Paraná em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 109 mil em receitas: R$ 55 mil de outras campanhas, R$ 40 mil de doações privadas e R$ 14 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 109 mil, principalmente com pessoal (R$ 56 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 30 mil). Em 2012, 57% dos R$ 9 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2014R$ 109 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 109 milcontratados
Gastos em 2012R$ 9 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2014Deputado estadual, ParanáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 109 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 51% · pessoas 37% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 109 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 56 mil51,5%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 30 mil27,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 10 mil9,1%
  • Materiais impressosR$ 5 mil4,9%
  • Outras 2 categoriasR$ 8 mil7,0%
2012Vereador, Curitiba (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 18 mil
5 doadores pessoas físicas
pessoas 72% · empresas 28%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 5 mil57,0%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 2 mil22,1%
  • Materiais de expedienteR$ 1 mil12,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 6116,8%
  • Outras 1 categoriaR$ 1201,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892