Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Marcio Rogerio Kavitski disputou 1 eleição, em 2014, para deputado estadual por PR, com 296 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2014 para deputado estadual por PR, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 896 do Fundo Partidário, R$ 428 de outras campanhas, R$ 984 de doações privadas (5 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 1 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 896) e publicidade por materiais impressos (R$ 548).
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Financiamento das campanhas
2014: R$ 3 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos contratados
Marcio Rogerio Kavitski declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Paraná em 2014. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 896 do Fundo Partidário, R$ 428 de outras campanhas, R$ 984 de doações privadas (5 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 1 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 896).
Fundo Partidário 27% · partido e outras campanhas 13% · pessoas 30% · próprios 30%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Cessão ou locação de veículosR$ 1 mil30,2%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 89627,1%
Materiais impressosR$ 54816,6%
Serviços de terceirosR$ 3009,1%
Outras 3 categoriasinclui R$ 189 lançados como "diversas a especificar"R$ 56417,1%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.