- Militância e mobilização de ruaR$ 262 mil53,9%
- Serviços de terceirosR$ 56 mil11,5%
- Materiais impressosR$ 41 mil8,4%
- Locação de imóveisR$ 38 mil7,8%
- Outras 10 categoriasR$ 89 mil18,3%
Segundo o Radar do Voto, Marcio Pacheco (REPUBLICANOS) ficou como suplente de deputado federal pelo Paraná em 2026, com 37.100 votos, pelo resultado oficial do TSE. Marcio Pacheco (Marcio José Pacheco Ramos) disputou 8 eleições entre 2012 e 2026, para deputado federal, prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: deputado estadual em 2022, 2018 e 2014; vereador de Cascavel em 2012. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Cascavel/PR: 56.260 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por PR, declarou R$ 1,6 milhão em receitas: R$ 1,3 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 189 mil do Fundo Partidário, R$ 6 mil de outros recursos do partido, R$ 73 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 485 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 262 mil), serviços de terceiros (R$ 56 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 41 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 1,1 milhão em 2024 e R$ 250 mil em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Marcio José Pacheco Ramos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Marcio Pacheco declarou receitas e gastos ao TSE em 8 campanhas: vereador em Cascavel (PR) em 2012, deputado estadual por Paraná em 2014, 2018 e 2022, prefeito em Cascavel (PR) em 2016, 2020 e 2024, e deputado federal por Paraná em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,6 milhão em receitas: R$ 1,3 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 189 mil do Fundo Partidário, R$ 6 mil de outros recursos do partido, R$ 73 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 485 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 262 mil) e serviços de terceiros (R$ 56 mil); R$ 116 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 1,1 milhão em gastos; em 2022, R$ 250 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.