- PessoalR$ 169 mil56,5%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 29 mil9,6%
- Publicidade por carros de somR$ 20 mil6,7%
- Materiais impressosR$ 17 mil5,7%
- Outras 10 categoriasinclui R$ 20 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 65 mil21,6%

João Bombardelli (João Alberto Bombardelli) disputou 1 eleição, em 2014, para deputado estadual por PR, com 6.291 votos, segundo os dados do TSE. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2014 para deputado estadual por PR, declarou R$ 299 mil em receitas: R$ 151 mil de outras campanhas, R$ 56 mil de doações privadas (14 doadores), R$ 58 mil de empresas e R$ 35 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 299 mil, principalmente com pessoal (R$ 169 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 29 mil) e publicidade por carros de som (R$ 20 mil).
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João Bombardelli declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Paraná em 2014. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 299 mil em receitas: R$ 151 mil de outras campanhas, R$ 56 mil de doações privadas (14 doadores), R$ 58 mil de empresas e R$ 35 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 299 mil, principalmente com pessoal (R$ 169 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 29 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.