41 anos em 2016 · Masculino · Ensino fundamental completo
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Fabiano dos Santos disputou 7 eleições entre 2004 e 2016, para vereador, deputado estadual e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por PR: 3.310 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Curitiba/PR, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 8 mil, principalmente com pessoal (R$ 5 mil), publicidade por adesivos (R$ 856) e publicidade por materiais impressos (R$ 840). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 12 mil em 2014 (43% com cessão ou locação de veículos) e R$ 7 mil em 2012.
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Evolução da votação nas eleições
1.203 votos em 2016 · 7 eleições
A votação de Fabiano dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 8 mil em receitas · R$ 8 mil em gastos contratados
Fabiano dos Santos declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Paraná em 2006 e 2014, vereador em Curitiba (PR) em 2008, 2012 e 2016, e deputado federal por Paraná em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 8 mil, principalmente com pessoal (R$ 5 mil) e publicidade por adesivos (R$ 856). Em 2014, 43% dos R$ 12 mil em gastos contratados foram com cessão ou locação de veículos; em 2012, 45% dos R$ 7 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2016R$ 8 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 8 milcontratados
Gastos em 2014R$ 12 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 22% · empresas 42% · próprios 37%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 3 mil36,8%
Outras 2 categoriasR$ 5 mil63,2%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2004SUPLENTE1.329LCuritiba, Paraná · 29 anos · Contador · PL · nº 22300 · ver resultado completoprestação de contas
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.