- Serviços de terceirosR$ 80 mil80,4%
- Materiais impressosR$ 14 mil14,3%
- Criação e inclusão de páginas na internetR$ 5 mil5,0%
- Encargos sociaisR$ 2100,2%
- Outras 2 categoriasR$ 1350,1%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Ulisses Falci Junior disputou 4 eleições entre 2012 e 2018, para deputado federal, vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por PR: 10.361 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por PR, declarou R$ 136 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 100 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 80 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 14 mil) e criação e inclusão de páginas na internet (R$ 5 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 7 mil em 2016 (69% com militância e mobilização de rua) e R$ 370 mil em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Ulisses Falci Junior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Ulisses Falci Junior declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Cascavel (PR) em 2012 e 2016, deputado estadual por Paraná em 2014, e deputado federal por Paraná em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 136 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 100 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 80 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 14 mil). Em 2016, 69% dos R$ 7 mil em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua; em 2014, 40% dos R$ 370 mil em gastos contratados foram com pessoal.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.