Daniel Massaneiro

Foto de Daniel Marllon Massaneiro
Daniel Massaneiro
Daniel Marllon Massaneiro (nome civil)
3 eleições entre 2012 e 2016 · PRP
31 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Professor e Instrutor de Formação Profissional

Daniel Massaneiro (Daniel Marllon Massaneiro) disputou 3 eleições entre 2012 e 2016, para vereador e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2012, para vereador em Curitiba/PR: 684 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Curitiba/PR, declarou R$ 764 em receitas: R$ 614 de outras campanhas e R$ 150 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 764, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 446), publicidade por materiais impressos (R$ 168) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 150). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 4 mil, 68% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

204 votos em 2016 · 3 eleições

A votação de Daniel Marllon Massaneiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 764 em receitas · R$ 764 em gastos contratados

Daniel Massaneiro declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Curitiba (PR) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 764 em receitas: R$ 614 de outras campanhas e R$ 150 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 764, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 446) e publicidade por materiais impressos (R$ 168). Em 2012, 68% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 764campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 764contratados
Gastos em 2012R$ 4 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Curitiba (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 764
doações de pessoas
partido e outras campanhas 80% · pessoas 20%
Gasto contratado
R$ 764
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por adesivosR$ 44658,4%
  • Materiais impressosR$ 16822,0%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 15019,6%
2012Vereador, Curitiba (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 36% · próprios 64%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil67,8%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 47212,9%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 2406,5%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1684,6%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 300 lançados como "diversas a especificar"R$ 3008,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892