Sargento Barbarine (Vanil Barbarine) disputou 6 eleições entre 2008 e 2020, para vereador, deputado federal e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por PR: 3.479 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Curitiba/PR, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 4 mil de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 1 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 986) e combustíveis e lubrificantes (R$ 514). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 14 mil em 2016 (48% com militância e mobilização de rua) e R$ 5 mil em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
415 votos em 2020 · 6 eleições
A votação de Vanil Barbarine em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 7 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos
Sargento Barbarine declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: vereador em Curitiba (PR) em 2008, 2012, 2016 e 2020, deputado federal por Paraná em 2010 e 2014, e deputado estadual por Paraná em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 4 mil de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 1 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 986). Em 2016, 48% dos R$ 14 mil em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua; em 2014, 68% dos R$ 5 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2020R$ 7 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 3 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 14 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 13% · pessoas 30% · próprios 57%
Gasto contratado
R$ 14 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 2 mil16,4%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1 mil8,6%
Combustíveis e lubrificantesR$ 8676,2%
TelefoneR$ 4713,4%
Outras 2 categoriasR$ 9 mil65,3%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vereador · 2020SUPLENTE415LCuritiba, Paraná · 52 anos · Branca · Superior completo · Militar Reformado · DC · nº 27300 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2016SUPLENTE1.672LCuritiba, Paraná · 48 anos · Branca · Superior completo · Militar Reformado · PR · nº 22000 · ver resultado completo
Deputado Federal · 2014—GPR · 46 anos · Branca · Superior completo · Policial Militar · PSC · nº 2027 · situação constava como inapto nos dados do TSE · ver a eleição
Coligação: PSDB / DEM / PR / PSC / PT do B / PP / SD / PSD / PPS
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.