Prof Aldair Rizzi

Foto de Aldair Tarcísio Rizzi
Prof Aldair Rizzi
Aldair Tarcísio Rizzi (nome civil)
6 eleições entre 2006 e 2026 · último partido REDE
75 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Economista
Candidato a 2º Suplente · Paraná · Eleições 2026 · REDE · nº 131
Deferido
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Prof Aldair Rizzi (Aldair Tarcísio Rizzi) disputou 5 eleições entre 2006 e 2022, para deputado federal, deputado estadual e vice-prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por PR: 23.395 votos. Em 2026, foi candidato a 2º suplente por PR pela REDE. Na campanha de 2022 para deputado federal por PR, declarou R$ 91 mil em receitas: R$ 86 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 62 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 18 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 14 mil) e publicidade por adesivos (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 100 mil em 2014 (41% com pessoal) e R$ 145 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

1.082 votos em 2022 · 6 eleições

A votação de Aldair Tarcísio Rizzi em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalPrefeitoDep. EstadualSenadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 91 mil em receitas · R$ 62 mil em gastos

Prof Aldair Rizzi declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Paraná em 2006, 2010 e 2022, e deputado estadual por Paraná em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 91 mil em receitas: R$ 86 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 62 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 18 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 14 mil). Em 2014, 41% dos R$ 100 mil em gastos contratados foram com pessoal; em 2010, R$ 145 mil em gastos contratados.

Receitas em 2022R$ 91 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 62 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 100 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2010, 2014 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2022Deputado federal, ParanáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 91 mil
sem doações de pessoas
FEFC 94% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 62 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 18 mil28,7%
  • Materiais impressosR$ 14 mil22,7%
  • Publicidade por adesivosR$ 3 mil4,2%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 8001,3%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 26 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 27 mil43,1%
2014Deputado estadual, ParanáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 100 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 77% · pessoas 4% · empresas 7% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 100 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 41 mil40,6%
  • Materiais impressosR$ 31 mil30,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil4,8%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 4 mil4,0%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 14 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 20 mil20,1%
2010Deputado federal, ParanáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 145 mil
10 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 11% · pessoas 28% · empresas 50% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 145 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 35 mil24,4%
  • PessoalR$ 20 mil13,9%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 12 mil8,3%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 12 mil8,2%
  • Outras 7 categoriasR$ 66 mil45,2%
Ver a campanha anterior
2006Deputado federal, ParanáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 131 mil
23 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 30% · empresas 53% · próprios 15%
Gasto contratado
R$ 112 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 52 mil46,8%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 6 mil5,6%
  • Despesas postaisR$ 6 mil5,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil1,9%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 14 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 45 mil40,6%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892