Jorge Brum Dias de Faria

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Jorge Brum Dias de Faria
5 eleições entre 1996 e 2020 · último partido PDT
54 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
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redes informadas ao TSE
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Jorge Brum (Jorge Brum Dias de Faria) disputou 5 eleições entre 1996 e 2020, para prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Inhapim em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por MG: 2.160 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Inhapim/MG, declarou R$ 28 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de doações privadas e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 27 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 10 mil), militância e mobilização de rua (R$ 4 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 4 mil). Na campanha de 2018, já encerrada, gastou R$ 18 mil.

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Evolução da votação nas eleições

119 votos em 2020 · 5 eleições

A votação de Jorge Brum Dias de Faria em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 28 mil em receitas · R$ 27 mil em gastos

Jorge Brum declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Minas Gerais em 2018, e prefeito em Inhapim (MG) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 28 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de doações privadas e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 27 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 10 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 4 mil). Em 2018, R$ 18 mil em gastos.

Receitas em 2020R$ 28 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 27 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 18 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas22018 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Inhapim (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 28 mil
doações de pessoas
FEFC 71% · pessoas 4% · próprios 26%
Gasto contratado
R$ 27 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 10 mil35,2%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 4 mil15,3%
  • Serviços de terceirosR$ 4661,7%
  • Outras 10 categoriasR$ 13 mil47,9%
2018Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 21 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 9% · pessoas 53% · próprios 38%
Gasto contratado
R$ 18 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil26,8%
  • Materiais impressosR$ 3 mil15,6%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil9,8%
  • PessoalR$ 1 mil7,1%
  • Outras 6 categoriasR$ 7 mil40,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 1996 e 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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