Helio Soares

Foto de Helio Oliveira Soares
Helio Soares
Helio Oliveira Soares (nome civil)
7 eleições entre 1998 e 2022 · último partido PL
70 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Deputado
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Helio Soares (Helio Oliveira Soares) disputou 7 eleições entre 1998 e 2022, para vice-governador e deputado estadual. Ele foi eleito 5 vezes: deputado estadual em 2018, 2010, 2006, 2002 e 1998. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por MA: 41.673 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por MA, declarou R$ 748 mil em receitas: R$ 340 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 260 mil de doações privadas (31 doadores) e R$ 145 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 738 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 149 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 116 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 93 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 69 mil em 2014 (63% com publicidade por materiais impressos) e R$ 171 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

38.555 votos em 2018 (eleito) · 7 eleições

A votação de Helio Oliveira Soares em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualGovernadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 748 mil em receitas · R$ 738 mil em gastos

Helio Soares declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Maranhão em 2006, 2010, 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 748 mil em receitas: R$ 340 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 260 mil de doações privadas (31 doadores) e R$ 145 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 738 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 149 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 116 mil). Em 2014, 63% dos R$ 69 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2010, R$ 171 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 748 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 738 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 69 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2010, 2014 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado estadual, MaranhãoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 748 mil
31 doadores pessoas físicas
FEFC 45% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 35% · próprios 19%
Gasto contratado
R$ 738 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 149 mil20,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 116 mil15,7%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 93 mil12,7%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 71 mil9,6%
  • Outras 10 categoriasR$ 309 mil41,9%
2014Deputado estadual, MaranhãoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 69 mil
4 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 4% · pessoas 18% · próprios 77%
Gasto contratado
R$ 69 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 43 mil62,8%
  • AlimentaçãoR$ 10 mil14,5%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 10 mil14,2%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 3 mil4,5%
  • Outras 2 categoriasR$ 3 mil4,0%
2010Deputado estadual, MaranhãoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 171 mil
11 doadores pessoas físicas
pessoas 54% · empresas menos de 1% · próprios 46%
Gasto contratado
R$ 171 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 56 mil32,6%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 25 mil14,6%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 17 mil9,9%
  • Publicidade por carros de somR$ 16 mil9,4%
  • Outras 3 categoriasR$ 57 mil33,6%
Ver a campanha anterior
2006Deputado estadual, MaranhãoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 159 mil
17 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 7% · pessoas 45% · empresas 36% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 159 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 38 mil23,9%
  • Publicidade por carros de somR$ 26 mil16,3%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 3 mil1,8%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 2840,2%
  • Outras 3 categoriasR$ 92 mil57,9%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2006, 2010 e 2018

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892