- Combustíveis e lubrificantesR$ 70 mil27,2%
- Publicidade por carros de somR$ 65 mil25,2%
- PessoalR$ 28 mil10,7%
- Materiais impressosR$ 27 mil10,3%
- Outras 12 categoriasR$ 69 mil26,6%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Gardênia Castelo (Gardênia Maria Santos Castelo Ribeiro Gonçalves) disputou 4 eleições entre 2002 e 2014, para deputada estadual. Ela foi eleita 1 vez: deputada estadual em 2010. A maior votação foi em 2010, para deputada estadual por MA: 60.851 votos. Na campanha de 2014 para deputada estadual por MA, declarou R$ 259 mil em receitas: R$ 24 mil de outras campanhas, R$ 36 mil de doações privadas (11 doadores), R$ 59 mil de empresas e R$ 140 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 259 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 70 mil), publicidade por carros de som (R$ 65 mil) e pessoal (R$ 28 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 911 mil em 2010 (43% com publicidade por carros de som) e R$ 198 mil em 2006.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Gardênia Maria Santos Castelo Ribeiro Gonçalves em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Gardênia Castelo declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputada estadual por Maranhão em 2006, 2010 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 259 mil em receitas: R$ 24 mil de outras campanhas, R$ 36 mil de doações privadas (11 doadores), R$ 59 mil de empresas e R$ 140 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 259 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 70 mil) e publicidade por carros de som (R$ 65 mil). Em 2010, 43% dos R$ 911 mil em gastos contratados foram com publicidade por carros de som; em 2006, 44% dos R$ 198 mil em gastos contratados foram com locação/cessão de bens móveis.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.