7 eleições entre 1996 e 2020 · último partido PODE
55 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Servidor Público Estadual
redes informadas ao TSE
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Cleinaldo Bil (Cleinaldo Castro Lopes) disputou 7 eleições entre 1996 e 2020, para prefeito, deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por MA: 8.211 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Viana/MA, declarou R$ 53 mil em receitas: R$ 30 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 14 do Fundo Partidário, R$ 3 mil de doações privadas e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 52 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 24 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 9 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 24 mil em 2018 (46% com publicidade por materiais impressos) e R$ 155 mil em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
494 votos em 2020 · 7 eleições
A votação de Cleinaldo Castro Lopes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 53 mil em receitas · R$ 52 mil em gastos
Cleinaldo Bil declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Maranhão em 2014 e 2018, e prefeito em Viana (MA) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 53 mil em receitas: R$ 30 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 14 do Fundo Partidário, R$ 3 mil de doações privadas e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 52 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 24 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 9 mil). Em 2018, 46% dos R$ 24 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2014, 60% dos R$ 155 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2020R$ 53 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 52 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 24 milcampanha encerrada; tudo pago
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2002SUPLENTE989GMA · 37 anos · Superior completo · Servidor Publico Estadual · PT · nº 13345 · ver resultado completo
Coligação: PL / PT / PMN / PC do B
Vereador · 2000SUPLENTE321LViana, Maranhão · 35 anos · Superior completo · Servidor Publico Estadual · PT · nº 13456 · ver resultado completo
Coligação: PT / PSB / PMN / PRP / PSC / PTB / PL
Vereador · 1996SUPLENTE143LViana, Maranhão · 31 anos · Superior completo · Historiador · PT · nº 13610 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.