Romario Marcolan (Romario Gomes Marcolan) disputou 2 eleições entre 2012 e 2014, para deputado estadual e vereador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2014 para deputado estadual por ES, declarou R$ 11 mil em receitas, de outros recursos do partido e de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 11 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 6 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 2 mil) e serviços de terceiros (R$ 1 mil).
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Financiamento das campanhas
2014: R$ 11 mil em receitas · R$ 11 mil em gastos contratados
Romario Marcolan declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Espírito Santo em 2014. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 11 mil em receitas, de outros recursos do partido e de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 11 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 6 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 2 mil).
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 2 mil14,0%
Serviços de terceirosR$ 1 mil9,2%
Materiais impressosR$ 9288,3%
Outras 3 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil18,5%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2012—LIúna, Espírito Santo · 43 anos · Ensino médio completo · Comerciante · PV · nº 43181 · registro constava como indeferido nos dados do TSE · ver a eleiçãoprestação de contas
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.