Alexandre Passos

Foto de Antônio Alexandre dos Passos Souza
Alexandre Passos
Antônio Alexandre dos Passos Souza (nome civil)
8 eleições entre 1996 e 2020 · PT
59 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Servidor Público Estadual
redes informadas ao TSE

Alexandre Passos (Antônio Alexandre dos Passos Souza) disputou 8 eleições entre 1996 e 2020, para vereador e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Vitória em 2008, 2004 e 2000. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por ES: 14.597 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Vitória/ES, declarou R$ 62 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 11 mil de outras campanhas, R$ 43 mil de doações privadas (16 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 47 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 21 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 7 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 247 mil em 2014 e R$ 334 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

1.018 votos em 2020 · 8 eleições

A votação de Antônio Alexandre dos Passos Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 62 mil em receitas · R$ 47 mil em gastos

Alexandre Passos declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Espírito Santo em 2006, 2010 e 2014, e vereador em Vitória (ES) em 2008 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 62 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 11 mil de outras campanhas, R$ 43 mil de doações privadas (16 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 47 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 21 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil). Em 2014, R$ 247 mil em gastos contratados; em 2010, R$ 334 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 62 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 47 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 247 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Vitória (ES)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 62 mil
16 doadores pessoas físicas
FEFC 9% · partido e outras campanhas 18% · pessoas 70% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 47 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 21 mil44,4%
  • Materiais impressosR$ 8 mil16,9%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 7 mil14,6%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 6 mil11,8%
  • Outras 3 categoriasR$ 6 mil12,4%
2014Deputado estadual, Espírito SantoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 247 mil
23 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 49% · pessoas 37% · empresas 5% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 247 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 56 mil22,6%
  • Serviços de terceirosR$ 44 mil17,9%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 37 mil14,9%
  • Materiais impressosR$ 33 mil13,3%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 186 lançados como "diversas a especificar"R$ 77 mil31,4%
2010Deputado estadual, Espírito SantoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 334 mil
16 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 26% · pessoas 14% · empresas 59% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 334 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 63 mil18,9%
  • Serviços de terceirosR$ 58 mil17,5%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 58 mil17,2%
  • Publicidade por carros de somR$ 40 mil11,9%
  • Outras 12 categoriasR$ 115 mil34,5%
Ver as 2 campanhas anteriores
2008Vereador, Vitória (ES)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 102 mil
15 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 5% · pessoas 23% · empresas 71% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 102 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 48 mil46,5%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 20 mil19,6%
  • PessoalR$ 10 mil9,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil5,3%
  • Outras 12 categoriasR$ 20 mil19,3%
2006Deputado estadual, Espírito SantoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 155 mil
17 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 12% · empresas 83% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 155 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 47 mil30,0%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 27 mil17,5%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 25 mil15,8%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 14 mil9,3%
  • Outras 16 categoriasinclui R$ 584 lançados como "diversas a especificar"R$ 42 mil27,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2000, 2004 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892