- Serviços de terceirosR$ 137 mil45,8%
- Materiais impressosR$ 53 mil17,7%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 35 mil11,6%
- Militância e mobilização de ruaR$ 18 mil6,1%
- Outras 7 categoriasR$ 56 mil18,8%
Segundo o Radar do Voto, Zé Ailton (PT) ficou como suplente de deputado estadual pelo Ceará em 2026, com 49.377 votos, pelo resultado oficial do TSE. Zé Ailton (José Ailton de Sousa Brasil) disputou 5 eleições entre 2008 e 2026, para deputado estadual, prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Crato em 2020 e 2016; deputado estadual em 2014. A maior votação foi em 2026, para deputado estadual por CE: 49.377 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por CE, declarou R$ 288 mil em receitas: R$ 111 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 16 mil do Fundo Partidário, R$ 45 mil de outros recursos do partido, R$ 40 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 77 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 300 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 137 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 53 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 35 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 418 mil em 2020 e R$ 615 mil em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de José Ailton de Sousa Brasil em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Zé Ailton declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Ceará em 2014 e 2026, e prefeito em Crato (CE) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 288 mil em receitas: R$ 111 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 16 mil do Fundo Partidário, R$ 45 mil de outros recursos do partido, R$ 40 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 77 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 300 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 137 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 53 mil); R$ 207 mil já foram pagos. Em 2020, R$ 418 mil em gastos; em 2016, R$ 615 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.