Schirley Pinheiro

Foto de Schirley Pinheiro da Silva
Schirley Pinheiro
Schirley Pinheiro da Silva (nome civil)
3 eleições entre 2014 e 2020 · último partido PATRIOTA
46 anos em 2020 · Feminino · Superior incompleto
Administrador
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Schirley Pinheiro (Schirley Pinheiro da Silva) disputou 3 eleições entre 2014 e 2020, para vereadora e deputada estadual. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputada estadual por BA: 293 votos. Na campanha de 2020 para vereadora em Salvador/BA, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 969 do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 50 de doações privadas. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 20 mil em 2018 e R$ 11 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

293 votos em 2018 · 3 eleições

A votação de Schirley Pinheiro da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 1 mil em receitas

Schirley Pinheiro declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputada estadual por Bahia em 2014 e 2018, e vereadora em Salvador (BA) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 969 do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 50 de doações privadas. Em 2018, R$ 20 mil em gastos; em 2014, 66% dos R$ 11 mil em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.

Receitas em 2020R$ 1 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 20 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas32014, 2018 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2020Vereadora, Salvador (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
FEFC 95% · pessoas 5%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2018Deputada estadual, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 20 mil
sem doações de pessoas
FEFC 50% · Fundo Partidário 50%
Gasto contratado
R$ 20 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 8 mil39,7%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 7 mil33,1%
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil19,9%
  • Materiais impressosR$ 8804,4%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 157 lançados como "diversas a especificar"R$ 6003,0%
2014Deputada estadual, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 11 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 11 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 7 mil65,7%
  • PessoalR$ 3 mil26,5%
  • Serviços de terceirosR$ 5004,4%
  • Materiais impressosR$ 3583,2%
  • Outras 1 categoriaR$ 220,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892