4 eleições entre 2008 e 2022 · último partido AVANTE
61 anos em 2022 · Feminino · Superior completo
Pedagogo
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Rose Bassuma (Rose Marie Vianna Prates Bassuma) disputou 4 eleições entre 2008 e 2022, para deputada federal, deputada estadual e vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputada federal por BA: 19.394 votos. Na campanha de 2022 para deputada federal por BA, declarou R$ 308 mil em receitas: R$ 302 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 6 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 301 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 83 mil), serviços de terceiros (R$ 63 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 55 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 38 mil em 2014 e R$ 89 mil em 2010.
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Evolução da votação nas eleições
1.219 votos em 2022 · 4 eleições
A votação de Rose Marie Vianna Prates Bassuma em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 308 mil em receitas · R$ 301 mil em gastos
Rose Bassuma declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereadora em Salvador (BA) em 2008, deputada federal por Bahia em 2010 e 2022, e deputada estadual por Bahia em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 308 mil em receitas: R$ 302 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 6 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 301 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 83 mil) e serviços de terceiros (R$ 63 mil). Em 2014, R$ 38 mil em gastos contratados; em 2010, R$ 89 mil em gastos contratados.
Receitas em 2022R$ 308 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 301 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 38 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 5% · pessoas 48% · empresas 9% · próprios 39%
Gasto contratado
R$ 61 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 16 mil26,9%
Materiais impressosR$ 8 mil13,6%
Serviços de terceirosR$ 6 mil9,1%
Eventos de promoção da candidaturaR$ 5 mil7,7%
Outras 8 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 26 mil42,7%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Deputado Federal · 2022SUPLENTE1.219GBA · 61 anos · Branca · Superior completo · Pedagogo · AVANTE · nº 7033 · ver resultado completoprestação de contas
Deputado Estadual · 2014SUPLENTE2.871GBA · 53 anos · Branca · Superior completo · Pedagogo · PSB · nº 40222 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.