Segundo o Radar do Voto, Militão Dourado (REPUBLICANOS) ficou como suplente de deputado estadual pela Bahia em 2026, com 7.272 votos, pelo resultado oficial do TSE. Militão Dourado (Valdenor Militão Vilela Dourado) disputou 8 eleições entre 2004 e 2026, para deputado estadual, vereador, deputado federal, vice-prefeito e prefeito. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Lapão em 2024. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por BA: 20.564 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por BA, declarou R$ 350 mil em receitas: R$ 30 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 320 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 35 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 25 mil), locação de imóveis (R$ 6 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 4 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 4 mil em 2024 (45% com combustíveis e lubrificantes) e R$ 6 mil em 2018.
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Evolução da votação nas eleições
7.272 votos em 2026 · 8 eleições
A votação de Valdenor Militao Vilela Dourado em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
PrefeitoDep. EstadualDep. FederalVereadorvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2026 (parcial): R$ 350 mil em receitas · R$ 35 mil em gastos contratados
Militão Dourado declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: prefeito em Lapão (BA) em 2008 e 2012, deputado estadual por Bahia em 2014 e 2026, deputado federal por Bahia em 2018, e vereador em Lapão (BA) em 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 350 mil em receitas: R$ 30 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 320 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 35 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 25 mil) e locação de imóveis (R$ 6 mil); R$ 35 mil já foram pagos. Em 2024, 45% dos R$ 4 mil em gastos foram com combustíveis e lubrificantes; em 2018, R$ 6 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Receitas em 2026R$ 350 milparcial, até 10/10/2026
Gastos em 2026R$ 35 milcontratados, parcial; R$ 35 mil pagos
Gastos em 2024R$ 4 milcampanha encerrada; tudo pago
Outras 6 categoriasinclui R$ 401 lançados como "diversas a especificar" e R$ 6 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 9 mil52,5%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.