Washington Luiz Magalhaes Picanço da Silva (nome civil)
8 eleições entre 1996 e 2020 · último partido PSB
46 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Advogado
redes informadas ao TSE
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Washington (Washington Luiz Magalhães Picanço da Silva) disputou 8 eleições entre 1996 e 2020, para vereador, deputado estadual e vice-prefeito. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Macapá em 2012. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por AP: 3.871 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Macapá/AP, declarou R$ 10 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 8 mil em 2016 (64% com combustíveis e lubrificantes) e R$ 4 mil em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
370 votos em 2020 · 8 eleições
A votação de Washington Luiz Magalhaes Picanço da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 10 mil em receitas
Washington declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Macapá (AP) em 2008, 2012, 2016 e 2020, e deputado estadual por Amapá em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 10 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Em 2016, 64% dos R$ 8 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes; em 2014, 53% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2020R$ 10 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 8 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 5% · pessoas 32% · próprios 64%
Gasto contratado
R$ 8 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 5 mil61,6%
Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 2382,9%
Outras 1 categoriaR$ 3 mil35,5%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vice-Prefeito · 2000—LMacapá, Amapá · 26 anos · Superior incompleto · Professor de Ensino de Primeiro e Segundo Graus · PPS · nº 231 · vice não recebe voto nominal · ver a eleição
Coligação: PPS / PC do B / PV / PAN / PMN
Vereador · 1996SUPLENTE298LMacapá, Amapá · 22 anos · Superior incompleto · Estudante · PC do B · nº 65666 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.