- Materiais impressosR$ 42 mil84,0%
- Serviços advocatíciosR$ 5 mil10,0%
- Locação de imóveisR$ 3 mil6,0%
- Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 2menos de 0,1%
Segundo o Radar do Voto, Jorginho Maciel (PODE) ficou como suplente de deputado estadual pelo Amapá em 2026, com 203 votos, pelo resultado oficial do TSE. Jorginho Maciel (Jorge Maciel dos Santos) disputou 5 eleições entre 2012 e 2026, para deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por AP: 1.339 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por AP, declarou R$ 50 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 50 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 42 mil), serviços advocatícios (R$ 5 mil) e locação de imóveis (R$ 3 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 147 mil em 2024 (41% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 336 mil em 2022.
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A votação de Jorge Maciel dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Jorginho Maciel declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Macapá (AP) em 2012 e 2024, e deputado estadual por Amapá em 2014, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 50 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 50 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 42 mil) e serviços advocatícios (R$ 5 mil); R$ 50 mil já foram pagos. Em 2024, 41% dos R$ 147 mil em gastos foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2022, R$ 336 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.