Olavo

Foto de Olavo Calheiros Filho
Olavo
Olavo Calheiros Filho (nome civil)
7 eleições entre 1994 e 2018 · último partido MDB
61 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Deputado

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Olavo (Olavo Calheiros Filho) disputou 7 eleições entre 1994 e 2018, para deputado estadual e deputado federal. Ele foi eleito 6 vezes: deputado estadual em 2018, 2014 e 2010; deputado federal em 2006, 2002 e 1998. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por AL: 91.771 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por AL, declarou R$ 219 mil em receitas: R$ 70 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 11 mil de outras campanhas, R$ 36 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 103 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 169 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 110 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 32 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 10 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,1 milhão em 2014 (67% com publicidade por materiais impressos) e R$ 394 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

40.466 votos em 2018 (eleito) · 7 eleições

A votação de Olavo Calheiros Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 219 mil em receitas · R$ 169 mil em gastos

Olavo declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Alagoas em 2006, e deputado estadual por Alagoas em 2010, 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 219 mil em receitas: R$ 70 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 11 mil de outras campanhas, R$ 36 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 103 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 169 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 110 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 32 mil). Em 2014, 67% dos R$ 1,1 milhão em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2010, 86% dos R$ 394 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2018R$ 219 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 169 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 1,1 milhãocontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2010, 2014 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado estadual, AlagoasVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 219 mil
5 doadores pessoas físicas
FEFC 32% · partido e outras campanhas 5% · pessoas 16% · próprios 47%
Gasto contratado
R$ 169 mil
tudo pago (100%)
  • Publicidade por adesivosR$ 110 mil65,5%
  • Materiais impressosR$ 32 mil18,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 10 mil5,6%
  • Serviços de terceirosR$ 9 mil5,3%
  • Outras 2 categoriasR$ 8 mil4,8%
2014Deputado estadual, AlagoasVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,1 milhão
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 90% · pessoas 4% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 1,1 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 743 mil66,9%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 240 mil21,6%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 91 mil8,2%
  • PessoalR$ 17 mil1,5%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 825 lançados como "diversas a especificar"R$ 20 mil1,8%
2010Deputado estadual, AlagoasVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 394 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 39% · pessoas 2% · empresas 53% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 394 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 338 mil86,0%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 20 mil5,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 13 mil3,2%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 2 mil0,4%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 21 mil5,3%
Ver a campanha anterior
2006Deputado federal, AlagoasVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,5 milhão
doações de pessoas
partido e outras campanhas 26% · pessoas menos de 1% · empresas 68% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 1,5 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 745 mil49,0%
  • Publicidade por carros de somR$ 509 mil33,4%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 80 mil5,3%
  • Serviços de terceirosR$ 15 mil1,0%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 37 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 173 mil11,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2010, 2014 e 2018

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892