Charqueiro do Acre

Foto de Gildomar Oliveira Gomes
Charqueiro do Acre
Gildomar Oliveira Gomes (nome civil)
9 eleições entre 2004 e 2020 · último partido MDB
48 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio completo
Vendedor de Comércio Varejista e Atacadista

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Charqueiro do Acre (Gildomar Oliveira Gomes) disputou 9 eleições entre 2004 e 2020, para vereador, deputado federal e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por AC: 1.562 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Plácido de Castro/AC, declarou R$ 8 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 3 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 1 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 995). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 48 mil em 2018 e R$ 4 mil em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

73 votos em 2020 · 9 eleições

A votação de Gildomar Oliveira Gomes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. FederalDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 8 mil em receitas · R$ 5 mil em gastos

Charqueiro do Acre declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputado federal por Acre em 2006 e 2018, vereador em Plácido de Castro (AC) em 2008, 2012, 2016 e 2020, e deputado estadual por Acre em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 8 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 3 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 1 mil). Em 2018, R$ 48 mil em gastos; em 2016, 68% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2020R$ 8 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 5 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 48 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas7de 2006 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Plácido de Castro (AC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 5 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 3 mil58,8%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 1 mil20,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 99520,5%
2018Deputado federal, AcreVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 50 mil
sem doações de pessoas
FEFC 94% · partido e outras campanhas 6% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 48 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 17 mil35,5%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 13 mil26,2%
  • Serviços de terceirosR$ 10 mil20,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 6 mil12,6%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 1 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 3 mil5,3%
2016Vereador, Plácido de Castro (AC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 17% · partido e outras campanhas 12% · pessoas 68% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 3 mil68,0%
  • Materiais impressosR$ 86620,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 49111,6%
Ver as 4 campanhas anteriores
2012Vereador, Plácido de Castro (AC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 66% · pessoas 34%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil75,0%
  • Materiais impressosR$ 86123,1%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 70 lançados como "diversas a especificar"R$ 701,9%
2010Deputado estadual, AcreVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 20 mil
5 doadores pessoas físicas
pessoas 40% · empresas 60%
Gasto contratado
R$ 20 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 10 mil50,0%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 10 mil50,0%
2008Vereador, Plácido de Castro (AC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 59% · pessoas 41%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 2 mil100,0%
2006Deputado federal, AcreVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
pessoas 5% · próprios 95%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 71836,1%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 221,1%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 1 mil62,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

9 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892