Almeida (Sebastião Alves de Almeida) disputou 7 eleições entre 1996 e 2018, para deputado federal, prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 5 vezes: prefeito de Guarulhos em 2012 e 2008; deputado estadual em 2006 e 2002; vereador de Guarulhos em 2000. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Guarulhos/SP: 344.238 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por SP, declarou R$ 510 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 187 mil de doações privadas (108 doadores) e R$ 123 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 468 mil, principalmente com pessoal (R$ 181 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 132 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 44 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 4,6 milhões em 2012 e R$ 4,2 milhões em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
29.197 votos em 2018 · 7 eleições
A votação de Sebastião Alves de Almeida em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2018: R$ 510 mil em receitas · R$ 468 mil em gastos
Almeida declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2006, prefeito em Guarulhos (SP) em 2008 e 2012, e deputado federal por São Paulo em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 510 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 187 mil de doações privadas (108 doadores) e R$ 123 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 468 mil, principalmente com pessoal (R$ 181 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 132 mil). Em 2012, R$ 4,6 milhões em gastos contratados; em 2008, R$ 4,2 milhões em gastos contratados.
Receitas em 2018R$ 510 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 468 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2012R$ 4,6 milhõescontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 3% · pessoas 37% · empresas 13% · outras 47%
Gasto contratado
R$ 494 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 181 mil36,7%
PessoalR$ 28 mil5,7%
Locação de imóveisR$ 14 mil2,9%
Serviços de terceirosR$ 12 mil2,4%
Outras 23 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 258 mil52,3%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2000ELEITO3.022LGuarulhos, São Paulo · 41 anos · Ensino médio incompleto · PT · nº 13789 · ver resultado completo
Coligação: PT / PSTU / PSB / PC do B
Vereador · 1996SUPLENTE1.681LGuarulhos, São Paulo · 37 anos · Dado Inexistente · PT · nº 13696 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.