Alexandre Kireeff (Alexandre Lopes Kireeff) disputou 2 eleições entre 2010 e 2012, para prefeito e deputado federal. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Londrina em 2012. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Londrina/PR: 141.027 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Londrina/PR, declarou R$ 917 mil em receitas: R$ 57 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 50 mil de doações privadas (19 doadores), R$ 474 mil de empresas e R$ 336 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 821 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 339 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 109 mil) e serviços de terceiros (R$ 25 mil). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 1 milhão.
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Evolução da votação nas eleições
69.082 votos em 2012 · 2 eleições
A votação de Alexandre Lopes Kireeff em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 917 mil em receitas · R$ 821 mil em gastos contratados
Alexandre Kireeff declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Paraná em 2010, e prefeito em Londrina (PR) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 917 mil em receitas: R$ 57 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 50 mil de doações privadas (19 doadores), R$ 474 mil de empresas e R$ 336 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 821 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 339 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 109 mil). Em 2010, R$ 1 milhão em gastos contratados.
Receitas em 2012R$ 917 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 821 milcontratados
Gastos em 2010R$ 1 milhãocontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 2% · pessoas 11% · empresas menos de 1% · próprios 86%
Gasto contratado
R$ 1 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 358 mil34,7%
Materiais impressosR$ 148 mil14,4%
Locação de imóveisR$ 18 mil1,7%
Serviços de terceirosR$ 3 mil0,3%
Outras 22 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 36 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 504 mil48,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.