- Serviços de terceirosR$ 3 mil45,5%
- Materiais impressosR$ 2 mil32,2%
- Publicidade por carros de somR$ 1 mil13,8%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 2293,2%
- Outras 3 categoriasinclui R$ 209 lançados como "diversas a especificar"R$ 3915,4%
Bruno da Saúde (Bruno Ricardo Cardoso de Macedo) disputou 2 eleições entre 2012 e 2016, para vereador e prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2016 para vereador em Xambioá/TO, declarou R$ 7 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 3 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e publicidade por carros de som (R$ 1 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 7 mil, 40% com locação/cessão de bens móveis.
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Bruno da Saúde declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Xambioá (TO) em 2012, e vereador em Xambioá (TO) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 7 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 3 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil). Em 2012, 40% dos R$ 7 mil em gastos contratados foram com locação/cessão de bens móveis.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.