- Serviços de terceirosR$ 41 mil27,2%
- Militância e mobilização de ruaR$ 15 mil9,9%
- Outras 4 categoriasR$ 94 mil63,0%
Sargento Aurya (Auria Coelho Abreu) disputou 5 eleições entre 2006 e 2022, para deputada estadual, vereadora e deputada federal. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputada federal por TO: 182 votos. Na campanha de 2022 para deputada estadual por TO, declarou R$ 178 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 65 mil do Fundo Partidário, R$ 8 mil de outras campanhas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 149 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 73 mil), serviços de terceiros (R$ 41 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 15 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 22 mil em 2014 (43% com militância e mobilização de rua) e R$ 16 mil em 2012.
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A votação de Auria Coelho Abreu em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Sargento Aurya declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputada federal por Tocantins em 2006, vereadora em Palmas (TO) em 2012 e 2020, e deputada estadual por Tocantins em 2014 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 178 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 65 mil do Fundo Partidário, R$ 8 mil de outras campanhas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 149 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 73 mil) e serviços de terceiros (R$ 41 mil). Em 2014, 43% dos R$ 22 mil em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua; em 2012, R$ 16 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.