Waguinho

Foto de Wagner Vieira Neves
Waguinho
Wagner Vieira Neves (nome civil)
2 eleições entre 2012 e 2016 · PSD
40 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Prefeito

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Waguinho (Wagner Vieira Neves) disputou 2 eleições entre 2012 e 2016, para prefeito. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de NOVO Jardim em 2012. A maior votação foi em 2012, para prefeito em NOVO Jardim/TO: 989 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em NOVO Jardim/TO, declarou R$ 52 mil em receitas: R$ 1 mil do Fundo Partidário, R$ 3 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 47 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 52 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 9 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil) e comícios (R$ 8 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 11 mil, 46% com combustíveis e lubrificantes.

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Evolução da votação nas eleições

884 votos em 2016 · 2 eleições

A votação de Wagner Vieira Neves em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 52 mil em receitas · R$ 52 mil em gastos contratados

Waguinho declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em NOVO Jardim (TO) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 52 mil em receitas: R$ 1 mil do Fundo Partidário, R$ 3 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 47 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 52 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 9 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil). Em 2012, 46% dos R$ 11 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.

Receitas em 2016R$ 52 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 52 milcontratados
Gastos em 2012R$ 11 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, NOVO Jardim (TO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 52 mil
4 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 3% · pessoas 6% · próprios 91%
Gasto contratado
R$ 52 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por carros de somR$ 9 mil17,4%
  • Materiais impressosR$ 8 mil16,3%
  • ComíciosR$ 8 mil15,0%
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil9,1%
  • Outras 10 categoriasR$ 22 mil42,2%
2012Prefeito, NOVO Jardim (TO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 29 mil
9 doadores pessoas físicas
partido 20% · pessoas 42% · empresas 1% · próprios 37%
Gasto contratado
R$ 11 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil46,4%
  • Materiais impressosR$ 4 mil32,9%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 2 mil20,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas · eleito em 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892