Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Hélio Rabelo (Hélio Alves Rabelo) disputou 1 eleição, em 2012, para prefeito em Monte Santo/TO, com 814 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2012 para prefeito em Monte Santo/TO, declarou R$ 66 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Partidário, R$ 12 mil de outros recursos do partido, R$ 39 mil de doações privadas (14 doadores) e R$ 13 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 44 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 21 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 18 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 2 mil).
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 66 mil em receitas · R$ 44 mil em gastos contratados
Hélio Rabelo declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Monte Santo (TO) em 2012. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 66 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Partidário, R$ 12 mil de outros recursos do partido, R$ 39 mil de doações privadas (14 doadores) e R$ 13 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 44 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 21 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 18 mil).
Fundo Partidário 3% · partido 18% · pessoas 59% · próprios 20%
Gasto contratado
R$ 44 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 21 mil46,4%
Combustíveis e lubrificantesR$ 18 mil40,5%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil5,0%
Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil4,5%
Outras 3 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil3,6%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.