Date (Arquivardes Avelino Ribeiro) disputou 4 eleições entre 2004 e 2020, para prefeito, vereador e vice-prefeito. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Monte do Carmo em 2020 e 2016; vereador de Monte do Carmo em 2012; vice-prefeito de Monte do Carmo em 2004. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Monte do Carmo/TO: 2.156 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Monte do Carmo/TO, declarou R$ 103 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 71 mil de doações privadas (15 doadores) e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 92 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 24 mil), serviços contábeis (R$ 20 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 10 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 91 mil em 2016 e R$ 899 em 2012.
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Evolução da votação nas eleições
2.156 votos em 2020 (eleito) · 4 eleições
A votação de Arquivardes Avelino Ribeiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 103 mil em receitas · R$ 92 mil em gastos
Date declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Monte do Carmo (TO) em 2012, e prefeito em Monte do Carmo (TO) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 103 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 71 mil de doações privadas (15 doadores) e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 92 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 24 mil) e serviços contábeis (R$ 20 mil). Em 2016, R$ 91 mil em gastos contratados; em 2012, 56% dos R$ 899 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2020R$ 103 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 92 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 91 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 19% · pessoas 33% · próprios 48%
Gasto contratado
R$ 899
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 50556,1%
Outras 2 categoriasinclui R$ 19 lançados como "diversas a especificar"R$ 39443,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.