Professora Elza

Foto de Elza Alves da Silva Rodrigues
Professora Elza
Elza Alves da Silva Rodrigues (nome civil)
2 eleições entre 2012 e 2016 · último partido PSD
45 anos em 2016 · Feminino · Superior completo
Professor de Ensino Fundamental

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Professora Elza (Elza Alves da Silva Rodrigues) disputou 2 eleições entre 2012 e 2016, para vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2012, para vereadora em Couto Magalhães/TO: 30 votos. Na campanha de 2016 para vereadora em Couto Magalhães/TO, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 570 de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 1 mil) e pessoal (R$ 800). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 4 mil, 63% com cessão ou locação de veículos.

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Evolução da votação nas eleições

18 votos em 2016 · 2 eleições

A votação de Elza Alves da Silva Rodrigues em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 6 mil em receitas · R$ 6 mil em gastos contratados

Professora Elza declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Couto Magalhães (TO) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 570 de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 1 mil). Em 2012, 63% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com cessão ou locação de veículos.

Receitas em 2016R$ 6 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 6 milcontratados
Gastos em 2012R$ 4 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereadora, Couto Magalhães (TO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 9% · pessoas 42% · próprios 49%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil36,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil18,6%
  • PessoalR$ 80012,9%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 80012,9%
  • Outras 3 categoriasR$ 1 mil19,1%
2012Vereadora, Couto Magalhães (TO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 14% · pessoas 2% · próprios 85%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil62,8%
  • Materiais impressosR$ 95123,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 52813,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892